domingo, 22 de dezembro de 2013

Desconecte-se

Não é difícil observar, hoje em dia, pessoas andando nas ruas com a cabeça baixa e o olhar voltado a uma pequena tela. Muitas ficam distraídas e não prestam a atenção nas coisas que acontecem ao redor delas. Por causa de um simples aparelho eletrônico, momentos, diálogos entre outras interações são deixadas de lado. Será que, realmente, estamos fazendo um bom uso dos smartphones?

Em um restaurante, na hora do almoço, muitos não conseguem resistir a vontade de tocar na tela do smartphone para conferir as mensagens ou as novidades das redes sociais. Se fosse uma vez ou outra, até seria algo compreensível, mas a todo tempo é, no mínimo, um pouco estranho. Ou seja, no momento de saborear uma refeição, essa tecnologia provoca distração.

Também, em uma roda de conversa, num determinado momento, todos se calam e compartilham coisas legais nas redes sociais por meio dos “celulares inteligentes”. Assim deixam de compartilhar piadas e risadas com as pessoas que estão próximas. Realmente, não é algo antagônico?

Claro, que não é ruim usar um smartphone, pelo contrário, este pode ter muitas funcionalidades bastante úteis. A questão é saber utilizá- lo de uma forma que não nos impeça de apreciar os momentos e as coisas que estão ao nosso redor.

Por isso, desconecte-se um pouco. Dê uma olhada a sua volta, aprecie a natureza, formas e cores. Não deixe o papo legal de lado por conta de uma tecnologia. Pois, por mais fascinante que seja os aplicativos, redes sociais e outras coisas do mundo virtual, elas não substituem o contato humano e as interações com as outras pessoas.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Música nas escolas

No ambiente escolar, podemos desenvolver diversos projetos para estimular os alunos a gostarem da escola e de aprender. Uma boa ferramenta é a música. Com ela é possível criar atividades interessantes que estimulem a aquisição de cultura e o trabalho em equipe. Para isso, há vários formas de empregar a cultura musical no contexto escolar.

Uma delas, é a inclusão do ensino musical em sala de aula. Dessa forma, os alunos aprenderiam a estrutura da música em partituras, conceitos como tempo e compasso e, se possível, até mesmo a tocar um instrumento. É importante lembrar, que a música utiliza conhecimentos da matemática, ou seja, é um estimulo maior para o aluno nessa matéria. A princípio, essa ideia parece ser um pouco cara, com relação ao custo da estrutura a qual os estudantes deveriam ter. Mas há alternativas mais baratas.

Ao invés dos instrumentos e de outras equipamentos caros, poderíamos simplesmente usar um rádio, onde seria apresentado aos alunos diversos estilos musicais. Com isso, poderia ser discutido em sala de aula o contexto social e político desses ritmos e também o valor cultural dos mesmos para a sociedade. É a algo mais barato, porém estimula os estudantes a buscarem pesquisar mais sobre cultura e a conhecerem músicas diferentes e interessantes.

Mas a música não deve ficar presa dentro da sala de aula. Ela também pode estar presente no ambiente escolar. Isso se daria com apresentações musicais de alunos, professores e funcionários da escola, durante os intervalos ou em dias dedicados para essa atividade. Talvez, até mesmo, músicos clássicos e populares poderiam se apresentar. Isso, poderia ajudar tanto no conhecimento de estilos musicais, quanto na interação entres todos os integrantes da escola.

Não sou especialista em educação, mas, como todos os cidadãos, quero que esta melhore. Por isso, citei alguns exemplos, ao meu ver, interessantes para estimular alunos a gostarem do ambiente escolar. Além da música, é possível também aplicar essas ideias com outras artes. Os benefícios podem ser diversos, principalmente no conhecimento cultural e musical. Sendo assim, cabem aos professores e alunos elaborarem projetos que tenham mais haver com o contexto em que eles estão inseridos.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Ações simples e pontuais também ajudam a preservar o meio ambiente

Questões como o desmatamento de florestas para criação de gado e extração ilegal de madeira, a poluição de rios por indústrias e a alta emissão de gás carbônico por corporações são extremamente importantes e devem ser debatidas por toda a população. Mas, além de nos mostrarmos contra essas ações, podemos tomar algumas atitudes simples e diárias que também colaboram com o meio ambiente.

Algo muito fácil de fazer é não deixar a torneira aberta ao escovar os dentes, pois litros de água são desperdiçados sem nenhuma finalidade. Também, não demorar muito tempo no banho, lavar carros ou calçadas com um balde ao invés da mangueira e reutilizar a água ensaboada proveniente da lavagem de roupas podem ser outras ótimas atitudes que ajudam na preservação desse recurso hídrico.

Há ainda uma ação muito mais simples. Jogar o lixo no local correto. Não é difícil vermos papéis de doces, garrafinhas e embalagens de salgadinhos jogadas nas ruas ao invés de serem descartadas nas lixeiras. Muitos reclamam que não há onde jogar esses “lixinhos”, mas o que custa guardar na bolsa ou no bolso para dar a destinação correta ao chegar em casa?

Outras atitudes individuais podem também gerar ações coletivas. Por exemplo, ao separar o lixo com o intuito de dar a destinação correta, outros moradores do bairro podem se interessar pela a ação e fazerem o mesmo. Sendo assim, as prefeituras começam a elaborar políticas públicas de coleta seletiva, que podem resultar na criação de cooperativas e consequentemente mais empregos.

Por isso, além de nos preocuparmos com as grandes questões ambientais relevantes, não podemos esquecer de que também podemos realizar ações pontuais e importantes, que colaboram com a preservação e melhora do meio ambiente. São mudanças de hábitos e atitudes simples, que também fazem a diferença.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Os jogadores agradam a população. E os políticos?

Há algo muito interessante e semelhante entre a seleção brasileira de futebol e os políticos do Brasil, pelo menos com relação ao apoio popular. Ambos não tinham a torcida ou agradavam ao público, porém, diante dos constantes protestos e vaias, começaram a “jogar” ou trabalhar “melhor”.

No caso da seleção brasileira, há alguns meses atrás, não vinha apresentando aquele futebol vistoso que todos os torcedores queriam ver nos gramados. Logo, começaram as vaias e críticas sobre como jogava determinado jogador, se um atleta deveria ser titular ou não, entre outras. Porém, diante do descontentamento da torcida, passou a jogar melhor, chegando a vencer até mesmo a Espanha, ganhando assim a Copa das Confederações.

Já os políticos viram de camarote os protestos iniciados por conta do aumento do transporte e que depois passou a abranger outras questões demandadas pela sociedade brasileira. Pressionados pela opinião pública e pelo descontentamento popular, várias capitais do Brasil reduziram ou deixaram de lado o aumento da passagem dos transportes, a PEC 37 não foi aprovada e os royalties do petróleo vão ser distribuídos na Educação (75%) e na Saúde (25%). Agora, a demanda a ser atendida no momento é a reforma política.

Mas será que os torcedores estão totalmente contentes com apenas a Copa das Confederações? Claro que não, o principal objetivo é a Copa do Mundo. E a população está contente com as demandas, de certa forma, atendidas? Não, pois também há outras que são bastante necessárias. Porém, devem ser comemoradas cada passo dado em direção à um Brasil melhor.

Sendo assim, podemos dizer que os jogadores estão fazendo a parte deles, treinando, aprimorando jogadas, jogando melhor etc. Já os políticos tentam atender aos protestos, pois a população cobra ações efetivas. Algumas questões foram atendidas, porém não é apenas isso. A pluralidades de demandas da sociedade brasileira mostra qual é a questão central, que reúne todas elas. É a melhora do país para todos os brasileiros.

sábado, 22 de junho de 2013

O país do Futebol?

Os protestos que estão ocorrendo por todo o Brasil mostra que já não queremos ser apenas o país do futebol. Enquanto a Copa das Confederações acontece, passamos a enxergar algo mais importante do que a seleção para gritar e apoiar, os nossos direitos, como educação, saúde e um transporte público melhor.

Quem já não está cansado de ver aqueles rankings internacionais mostrando que o Brasil é um dos piores em educação? Alias, não é preciso conferir essas pesquisas para concluir que não somos os melhores. Se apenas olharmos como estão as escolas públicas brasileiras, veremos que o ensino de qualidade, que cada brasileiro merece, até porque pagamos para isso, está muito a desejar daqueles existentes em escolas particulares, as quais poucos têm acesso.

O mesmo podemos dizer da qualidade da saúde. Apesar de não conhecermos as pesquisas com relação a outros países, quando vamos a um hospital público ou vemos nos noticiários aquelas más condições pelas quais muitos brasileiros passam, não é difícil concluir que no mínimo há um descaso do Estado ou falta de investimento em uma área que tantas pessoas necessitam e reivindicam melhorias o mais rápido possível.

E o transporte público? Além dos preços super altos, que sinceramente não refletem e nem sequer são justificados pela qualidade do mesmo, são verdadeiras “latas de sardinhas”. O termo parece exagerado, mas quem os utiliza sabe bem como é pegar ônibus e metrô lotado.

Portanto, não queremos mais ser o país do futebol, que de acordo com o ranking da Fifa, estamos um pouco longe disso, mas queremos ser o país da educação, da saúde, do melhor transporte público etc. É por isso que muitos estão indo às ruas, pois já estão cansados de não ver melhoras significativas nessas áreas. Queremos um Brasil melhor para toda a população!

sexta-feira, 31 de maio de 2013

A arte do futebol

O futebol, muitas vezes, nos faz lembrar alguns aspectos de espetáculos artísticos, por conta dos movimentos habilidosos e ágeis, realizados em campo, e das jogadas feitas pelos artistas da bola, que fazem a torcida aplaudir e gritar o nome do jogador autor da façanha.

Quase sempre, há aquele atleta que é, considerado por torcedores e pela crítica esportiva, como craque, ou seja, gênio de chuteiras que não poupa esforços ao jogar e exibir a destreza com a bola nos pés, realizando movimentos que deixam os marcadores no chão. Estes se esforçam para tentar retomar a bola, mas se veem numa tarefa difícil, que requer o máximo de atenção possível para não tomarem um drible desconcertante.

Os famosos “malabaristas” driblam os marcadores, dão passes que quebram qualquer formação defensiva do adversário, gingam de um lado para o outro, em movimentos que se confundem com a dança, passos que parecem até mesmo ensaiados.

Mas, se engana quem acha que esses passos dançantes são isolados, sendo peculiaridade de apenas um jogador do elenco. O espetáculo torna-se ainda maior quando o time inteiro é composto por artistas da bola, pois se forma uma coreografia complexa que é regida de fora do campo por um maestro, que passa as informações necessárias para que a apresentação continue ainda mais bela e efetiva contra a equipe adversária. Vejam, o futebol já se confundiu com a música, ou uma orquestra.

Além da dança e da música, o futebol também é, de certa forma, cinema. Quando ligamos a TV e nos deparamos com aquelas imagens, muito bem selecionadas, às vezes, nos dando a sensação de estarmos em campo, ficamos impressionados com o show de frames que é exibido na tela.

Para muitos, o futebol, talvez, não seja uma arte, pois, efetivamente, é um esporte, mas aos olhares dos torcedores e admiradores dessa modalidade esportiva, as fronteiras entre o artístico e esportivo são ultrapassadas pelos artistas da bola no momento em que estes fazem belas jogadas.

sábado, 20 de abril de 2013

Mídia esportiva: humor x informação

Uma das tendências dos programas esportivos contemporâneos, é utilizar do humor como forma de tornar o assunto esporte mais atrativo para o público em geral. Porém, às vezes, a pitada do tempero é exagerada, colocando em detrimento a transmissão da informação. Mas, afinal, qual é a medida certa de informação e humor na mídia esportiva?

Não é raro, quando sintonizamos a TV ou o rádio para nos informarmos a respeito das notícias esportivas, nos depararmos com programas que, ao invés de transmitir informações sobre esportes e fazer com que as pessoas conheçam mais sobre estes, simplesmente torna o fato esportivo em algo hilário ou cômico.

Por exemplo, após o final de semana de uma rodada de qualquer campeonato nacional de futebol, os meios se limitam a simplesmente fazer piadas a respeito do jogo ou esquecem de analisar de forma tática e técnica a partida. Quando se dispõem a fazer essa análise, simplesmente reprisam, inúmeras vezes, o mesmo lance duvidoso de um jogo.

Não que o humor deveria estar desassociado do esporte, pois, de certa forma, faz parte do mesmo, mas ele deveria ser empregado de maneira que não coloque a informação em segundo plano. Contudo, não me refiro aos programas que têm como proposta ser humorístico e tratar de esportes também. Mas, sim, aos que se dizem fazer jornalismo esportivo.

A linha entre informação esportiva e humor é tênue, dessa forma, os meios que se dedicam a fazer coberturas esportivas deveriam dar mais valor a informação do que a diversão em si. Claro, que o esporte entretêm e diverte, mas os veículos precisam ser mais informativos e transmitirem de forma didática as informações esportivas.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O famoso artilheiro

Tanto nos times profissionais quanto nos formados por amigos para se divertir têm sempre aquele jogador que sabe fazer gol. Nem sempre ele é o mais habilidoso, porém na hora em que este fica de frente para o goleiro, ele consegue balançar as redes com facilidade. Esse é o famoso artilheiro!

O jogo está empatado e truncado no meio campo, de repente surge uma escanteio para ser cobrado. Então o famoso artilheiro se posiciona na área como alguém que não quer nada por ali. Logo a bola vem pelo alto, ele corre em direção à ela, antecipando o zagueiro e dando um salto, cabeceia a bola de leve no contra-pé do goleiro, que apenas à olha entrar no gol.

Nessa hora a torcida vibra e os companheiros vêm abraça-lo e comemorar o gol que da a vitória ao time. O gol acaba que sendo reprisado várias vezes nos programas esportivos da televisão, sem falar que o centroavante aparece dando entrevistas em todos os canais.

Esse é o jogador que às vezes não joga bem durante o jogo inteiro, mas em uma oportunidade de fazer o gol, ele coloca a bola na rede, seja de canela ou de bico.

Não é só nos jogos profissionais e televisionados que vemos o famoso artilheiro golear um time de futebol. Também em campeonatos ou em um jogo entre amigos, tem aquele que consegue fazer vários gols.

É só fazer um lançamento ou mandar a bola para ele que logo este dribla o zagueiro e chuta a bola no canto do gol. Um habilidoso centroavante dos jogos não oficiais. Sabemos que há aqueles que driblam e fazem toda a jogada, porém é necessário que um time tenha um jogador que saiba fazer o gol também.

Sendo assim, se você quer montar um time para ganhar bastante jogos e competições, escale um goleador para ser o artilheiro, porque quando o time não estiver jogando tão bem, lance a bola para este que ele resolve fazendo o gol.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Como comprar uma chuteira

De repente, te chamam para jogar bola. Então coloca-se aquela camisa do time preferido, veste-se aquele short leve para correr bastante e põe os meiões. Mas ainda está faltando algo. A chuteira, é claro. Porém, quando à acha, logo nota-se aquele buraco no solado e algumas costuras se rompendo. Nesse momento, é que você percebe que está na hora de comprar uma nova.

De início, vamos até uma loja de calçados ou de esportes para ver uma nova chuteira. Nas prateleiras há os modelos coloridos, caros, de marcas conhecidas e com os preços mais elevados. Porém, como nem sempre temos muito dinheiro para isso, avaliamos o melhor custo benefício.

Escolhemos algumas que achamos legais e o vendedor vai busca-las no estoque. De repente, ele chega com várias chuteiras para a gente experimentar. Vemos algumas, que são até interessantes, mas quando olha-se o preço acaba que não sendo um bom negócio.

Depois de testar vários pisantes para futebol, achamos um que consideramos ideal. Levantamos e damos aquele chute no vento para ver se aquela chuteira é realmente boa para apresentarmos as nossas habilidades dentro de campo. Nessa hora, deveria ter uma bola para darmos alguns chutes e fazer os testes do calçado. Por outro lado, nem todos são muito habilidosos, o que poderia ocasionar em algumas vitrines quebradas na loja. Mas fica a dica para os vendedores.

Quando escolhemos a chuteira, à levamos para casa e aguardamos até que alguém nos chame para jogar futebol. Enquanto isso, à calçamos, de vez em quando, e damos umas corridinhas na sala e chutamos algumas bolinhas de papel.

Então, te chamam, novamente, para jogar futebol. Chegando na quadra todos notam que compramos uma chuteira. Porém, ela não fica nova por muito tempo. Quando começa o jogo, vem alguém e pisa em cima dela, arranhando os detalhes do desenho, damos um chute e o solado já começa a se desgastar, isso sem falar que ela fica toda empoeirada.

Depois de estreada, a chuteira nem parece que é tão nova assim. Mas isso faz parte da etapa de aquisição e aprovação dela. Se ela não está muito desgastada e você conseguiu fazer bastante gols driblando todo mundo, então pode-se considera-la boa e aprovada. Sendo assim, é só continuar mostrando as suas habilidades futebolísticas e, principalmente, dar uma lavadinha, de vez em quando, para que ela não fique com aquele cheiro não muito agradável.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Faltam bons laterais no futebol atual?

No futebol atual, há bons jogadores em várias posições do campo, como atacantes, meias, zagueiros e volantes, porém a de lateral nem sempre é fácil encontrar muitos grandes craques hoje em dia.

Sabe aquela conversa com amigos que todos tentam formar uma seleção com os melhores jogadores do mundo, de acordo com a opinião de cada um? Percebam que quando chega a hora de escalar um lateral direito ou esquerdo as opiniões ficam divididas e muitos demoram para escolher. Isso pode ser consequência da pouca variedade de bons laterais.

Quem já jogou ou treinou futebol em campo sabe que muitos jovens querem logo jogar como atacantes ou meias, de vez em quando, tem alguns que se propõem a serem goleiros e outros zagueiros, mas lateral são bem poucos que se dedicam a essa posição. Talvez por isso não há tantos bons alas surgindo nos grandes times.

Por conta dessa falta de bons laterias no futebol, há técnicos que, muitas vezes, improvisam um volante ou zagueiro na posição. Nem sempre, um deles vai conseguir substituir bem um ala, mas é o jeito que os treinadores encontram para escalar o time.

Mas o que seria um grande craque da lateral? É aquele jogador que tem uma boa velocidade, qualidades defensivas, mas também sabe apoiar bem o time no ataque. Um dos principais fundamento dos alas, que não vemos com frequência no futebol, é o de chegar na linha de fundo e cruzar a bola com precisão para que o atacante possa fazer o gol.

Um jogador que saiba fazer todos esses fundamentos pode ser considerado um craque da lateral. Porém, nem sempre, há jogadores desse nível e completos dessa maneira. Geralmente, existem laterais que tem algumas dessas qualidades, mas falham em outras.

Não sou um grande entendedor dos fundamentos do futebol, porém, como torcedor e alguém que gosta desse esporte, acho que faltam grandes craques nas laterais. Lógico que existem bons jogadores, mas são muito poucos, se comparado a outras posições.

Talvez a solução, seja incentivar mais jogadores iniciantes a se dedicarem como laterais. Isso também pode ser consequência do surgimento de um craque da lateral que faça com que estes busquem se espelharem e se interessarem pela posição.

Sendo assim, vamos ver os jogadores que aparecem nas laterais e mostram boas qualidades de um craque. Não há muitos, mas os poucos que sabem jogar nessa posição fazem isso muito bem, defendendo, atacando, lançando a bola iniciando um contra-ataque e fazendo a alegria do torcedor.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O que fazer quando o futebol nacional entra de férias?

Quando acaba a temporada do futebol brasileiro, sentimos um pouco de falta dos jogos televisionados ou transmitidos por rádio. Os programas esportivos e as rodas de amigos não comentam mais sobre as partidas do fim de semana, mas falam a respeito das negociações dos clubes com jogadores que podem vir à atuar nos mesmos. Então devemos nos contentar apenas com isso? Não, veja algumas dicas de como ocupar o seu tempo quando o futebol nacional entra de férias.

Para quem está sempre ligado sobre tudo que acontece no time para o qual torce, é uma boa dica acompanhar as negociações do clubes. Alguns tentam trazer jogadores renomados e do futebol internacional. A televisão e o rádio transmitem bastante informações das negociações, mas na internet, principalmente em sites esportivos, há até mesmo tabelas que mostram quais jogadores podem vir a atuar no seu time.

Já para aqueles que querem ver boas partidas de futebol, mesmo quando a temporada do nacional ainda não começou, podem assistir aos campeonatos internacionais. Esses tem um bom nível técnico e jogadas bem elaboradas que fazem a alegria de todo torcedor. É uma boa dica para quem gosta de acompanhar o futebol de times de outros países.

Há também aqueles que querem ver os futuros grandes jogadores do time para o qual torcem. Então a dica é acompanhar a Copa São Paulo de Futebol Júnior. É uma competição bem competitiva que revela bons jogadores de todo o Brasil.

No entanto, há aqueles que não acompanham outros campeonatos e não olham muitas informações sobre os possíveis jogadores do time para o qual torcem. Então, a dica é a seguinte, levantem do sofá ou saiam de frente da tela do computador e convide os amigos para um jogo de futebol! Assim você pode praticar uma atividade física e se divertir bastante.

Independentemente da maneira que você está se preparando para o começo da temporada do futebol nacional, o importante é encontrar algo legal para fazer. Então, já comece preparando a garganta para gritar vários gols e torcer bastante pelo seu time!